Foi junto, o envolvimento era nulo, atendia a rotina, conforto sem prazer.Breve período de trégua possível, sorrisos rasos com sofás doloridos, era possível levantar e sair.
Poderia matar toda a carga individual, anular – pensar – passo impróprio, já basta os vagos que tentamos durante o dia – prazer – aonde estaria?
em tudo é “bad” quando sobra tempo,engano e tropeço sobre os outros – sociedade – preciso, necessito, serei capaz de atender e gerar prazer, não necessito, perdi mais tempo ou ganho meu salário.
Me levanto para escrever, estou entregue. No outro tempo circulo entre matilhas e mulheres. Falo das jovens, que ainda tem brilho no olhar, esperança no peito e amor no beijar, antes de viver, sonhar respira nas mulheres. Seu universo restrito, não me atrevo a falar, apenas ouvir. Do outro lado da matilha. Ferozes humanos, força humana, linha de produção, selvagens, criaram outros para gerar caos e a destruição. Alguns inumanos. Henry Miller alertava. Ainda a romantismo na vida, fora do macro dentro do micro, ainda respira o homem com o pensar.
Distante aquele dia, sem pele. Auto imune as malandragens da vida, conquistei poucos, parte vencidos pelo convívio, mesmo sendo de outra época, alguns valores continuam idênticos – os pensados – noutro canto da sala, enquanto registrava sensações, a normalidade fugiu, quem é de fora é mal interpretado, nem ao menos o titulo de visionário, inumano ou pensador caiu sobre mim, estava algemado como antes, como o restante com quem conversava, continuavam conservando a inadimplência dos dias, ao lado de um pouco de prazer. Fuga.
Não penso aflito na hora que chegarei aqui para tomar café e escrever, não passana cabeça, personagens atormentam, são fortes, sentimento que ganha força na escrita, não gostaria de abandona-los, aprendo ao lado do engano.
Antepassados tinham em algo com que se preocupar. Vamos bater, abaixo a ditadura, somo s livres! Conseguiram, destruíram o grande irmão, deixando espaço para - outros - mais inteligente - sem rancor - evolução a passos largos – morte a osama – – morte a américa – braços levantam, sentimentos coletivos. Bom trabalhado dirão os filhos.
03/05/06
*revisão 13/05/11
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